Dicas de alimentação para os viajantes

Quem viaja demais acaba sofrendo para manter a forma. Falta tempo para ir à academia, muita dificuldade em programar as refeições e as reuniões profissionais transformam o controle alimentar numa árdua missão. A ansiedade, causada pelo excesso de compromissos, pode, também, acabar aumentando a vontade de comer. Por isso, é importante ter sempre por perto opções de alimentação saudáveis.

Hoje, há várias opções de produtos que podem ser carregados na bolsa, tais como: mix de oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas, macadâmia), barras de proteína, snacks assados sem glúten e snacks de frutas orgânicas sem açúcar e, o melhor de todos, frutas frescas.

No almoço de negócios, se você não tiver autonomia para escolher o restaurante, não precisa se desesperar. Hoje em dia, até as churrascarias mais tradicionais dispõem de opções saudáveis. A questão é muito mais voltada para o controle pessoal do impulso de comer do que o fato de não encontrar alimentos saudáveis. Com o menu à mão é possível fazer escolhas adequadas sem ser indelicado com os presentes à mesa. Uma dica: faça um lanche saudável antes, evitando chegar ao restaurante com muita fome e perder o controle.

Se a agenda de negócios irá se prolongar, é importante checar com a recepção do hotel até que horas a cozinha funciona. Assim, fica mais fácil controlar a necessidade de uma refeição fora do hotel ou até mesmo levar algum alimento para o apartamento. O importante é se organizar para não ser pego de surpresa e ceder aos pacotinhos de amendoim, refrigerantes e salgadinhos.

Ao chegar em casa depois de uma longa viagem é comum bater aquela fome, somada com a preguiça de preparar uma refeição mais elaborada. Nesses casos, é sempre bom manter na geladeira saladas e legumes que, se bem conservados, duram uma semana na geladeira. Assim, no retorno à casa, eles podem ser uma boa alternativa, completando a refeição com uma proteína grelhada, cozida ou assada.

Clínica Waisman